Mostrando postagens com marcador bairros. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador bairros. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Paralisação termina em festa no Nacional


Com o objetivo de exigir melhorias para o bairro Nacional, principalmente na área da saúde, educação, transporte, trânsito e segurança, moradores interromperam a principal via de acesso a Estrada do Belmont, na entrada da avenida Farqhuar, na manhã desta terça-feira. Segundo presidente da ASCOMABAN (Associação Comunitária Moradores e Amigos do Bairro Nacional), Ilzomar Araújo, este é um dos bairros mais tradicionais e importantes de Porto Velho, e deveria ser tratado com mais respeito. A rua foi interditada com bloquetes, pedaços de ferro e madeira e pelos próprios caminhões.

Esta não é a primeira vez que a Associação do bairro promove manifestações do tipo para chamar atenção do poder público. Vários requerimentos para as devidas melhorias já foram encaminhados diversas vezes para as secretarias responsáveis por cada área. Os moradores ainda ressaltam que o valor do imposto predial e territorial urbano (IPTU) cobrado pela prefeitura é injusto, pois o valor não justifica o trabalho que não é feito.

Para a educação, Araújo diz que os moradores reivindicam a construção de pelo menos mais uma escola, já que o número de crianças que precisam ir à escola aumentou muito nos últimos anos, e continua aumentando. “O bairro todo, só tem uma escola. Muitas vezes precisamos procurar vagas em escolas de outros bairros e as crianças acabam perdendo o ano, por falta de vagas”, explica o presidente da ASCOMABAN.

Os postos de saúde, ou melhor, a falta deles, também é outra reclamação. Ilzomar Araújo explica que no bairro, faltam postos de saúde. Os moradores têm que procurar os postos mais próximos, como o Ana Adelaide, no bairro Pedrinhas e a Unidade de Saúde da Família do bairro São Sebastião I. O presidente diz que há promessas para a construção de uma Unidade de Saúde da Família, mas não passa de promessas.

Os caminhoneiros foram prejudicados, pois tiveram que esperar bastante tempo na fila que atingiu quilômetros de distância durante as horas de paralisação. Alguns motoristas não concordaram com o protesto, por não acreditarem no resultado positivo. “Não é o primeiro protesto que presencio e a situação continua a mesma”, ressalta um caminhoneiro que preferiu não se identificar.

Segundo, Ilzomar Araújo, o responsável pela manutenção da Estrada do Belmont, informou que na manhã desta quarta-feira (18) os trabalhadores do Departamento de Estrada e Rodagens (DER) estarão no bairro para iniciarem as obras de pavimentação na principal via pública do bairro Nacional. Por conta do sucesso da reivindicação, manifestantes e caminhoneiros resolveram comemorar no próprio local.

(Foto: Larissa Moreira)


Vereador Marcelo Reis - representante da prefeitura na Câmara de Vereadores, explica como foi o desfecho da paralisação no bairro Nacional. Conta ainda quais os benefícios que o bairro irá receber. 


segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Casa é invadida por milho no bairro Balsa

Um caminhão carregado, tombou no bairro Balsa, na tarde da última quinta-feira. O milho que era carregado invadiu o quintal de uma casa e destruiu a cerca.



Segundo testemunhas, o mostorista esqueceu de acionar o freio de mão do veículo, enquanto parou para atualizar a nota fiscal e atravessar o rio.




Ninguém se feriu, os danos foram somente materiais. O caminhão só foi retirado do local no outro dia. De acordo com informação, os moradores proximos ao local, esperaram anoitecer para pegar o milho que havia caído.


(fotos enviadas pelo colaborador Ésio Mendes)

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Alagações causam transtorno na capital



Vários pontos da cidade foram completamente alagados com a chuva desta segunda-feira (9). Na parte central da capital, o trânsito ficou prejudicado, pois os carros tinham dificuldade de transitar por vias como, Migrantes, Jorge Teixeira, Calama, Lauro Sodré e Pinheiro Machado. E nos bairros, muitos moradores, se quer, conseguiram sair de casa para trabalhar.
(vejas as fotos enviadas pelos internautas)

Adriano Souza,morador do bairro Igarapé, que passava pela avenida Pinheiro Machado, para buscar a filha na escola, teve seu carro invadido pela água. “Minha filha ficou em pânico quando a água começou a entrar”, conta o pai. Segundo relatos de outros motoristas, alguns veículos tiveram que ser rebocados, por não conseguirem trafegar.

Em áreas comerciais de Porto Velho, os estabelecimentos tiveram as vendas prejudicadas, por conta da água da chuva impedir o acesso dos clientes.
José Francisco Nobre, dono de um tradicional restaurante, na avenida Lauro Sodré, diz que nos dias de chuva, por causa da alagação o movimento é muito baixo e o prejuízo é grande.

Na maioria dos bairros, as alagações acontecem pela falta de saneamento básico. Joanilce Venâncio, moradora do bairro Teixeirão, diz que não conseguiu ir trabalhar nesta segunda-feira, porque a água atingiu até a calçada de sua residência. A moradora também resslata o medo de doenças que podem ser transmitidas pela a água da chuva. "Temo,principalmente pelas crianças que gostam de brincar na chuva e por isso, correm mais riscos de contrair as doenças. O lixo também é outro fator que preocupa a moradora. "Depois que a água baixa, fica uma verdadeira sujeira nas ruas, que atrai ratos, baratas e mosquitos transmissores de doenças", desabafa.